SEG 6, 13, 20 E 27 JUL 18H—20H (4 SESSÕES)
CURSO BREVE #45 — MODERNIDADES DA ARQUITETURA PORTUENSE DO SÉCULO XX
CURSO BREVE

Com

José Pedro Tenreiro
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT

ENTRADAS

Entrada 7 euros / 3,50 euros com cartão da biblioteca ou cartão Porto.

Após a primeira sessão:
Entrada por sessão 2 euros / 1 euro com cartão da biblioteca ou cartão Porto.

Bilheteira online ou espaços com bilheteira do Museu e Bibliotecas do Porto / 186 participantes

CURSO BREVE #45 — MODERNIDADES DA ARQUITETURA PORTUENSE DO SÉCULO XX
Vista do Hotel Dom Henrique Downtown. Fotografia de José Pedro Tenreiro

Sedimentada a centralidade do Porto no contexto da arquitetura em Portugal desde finais de Oitocentos, a cidade torna-se um palco privilegiado dos discursos profissionais, das didáticas académicas e das práticas projetais. Assim, o percurso da arquitetura portuense ao longo do século XX é pautado por debates intensos, confrontos e ruturas. As diferentes modernidades tem reflexo na ação de diversos autores, seja pelo projeto, seja pelo ensino, seja pela crítica.



Neste Curso Breve serão analisados alguns dos principais momentos que enquadram este percurso, tomando como base a obra e a ação de alguns dos arquitetos que dão forma não apenas à imagem urbana portuense como também ao modo de pensar a arquitetura na sua relação com a cidade.

 

 

PROGRAMA

 

SEG 6 JUL, 18H

1910 — «GENTE NOVA, VIDA NOVA»

Os primeiros anos do século XX constituem, no Porto, um momento de crise e de renovação. Se no âmbito político-económico se observa uma colisão entre segmentos mercantilistas e industrialistas da sociedade burguesa, a nível da edificação urbana verifica-se uma rutura para com a imagem oitocentista da cidade, e o granito dá paulatinamente lugar ao cimento.

SEG 13 JUL ,18H

1930 — «MAIS ALÉM»

Após a Grande Guerra assiste-se ao estabelecimento do betão armado como sistema construtivo fundamental a nível da construção civil. No Porto, observa-se o desenvolvimento de novos tipos de edificação residencial, associados a uma progressiva geometrização e depuração da arquitetura, mas também o surgimento de novos modelos associados ao uso de materiais de construção e de formas de edificação tradicionais.


SEG 20 JUL, 18H

1950 — «EM DEFESA DE UMA ARQUITETURA MODERNA»

Com as rápidas mudanças políticas do contexto internacional, o meio profissional da arquitetura portuense torna-se progressivamente mais permeável às influências internacionais e à ação dos movimentos modernos. A introdução de um formulário arquitetónico mais abstrato no Porto encontra diversos obstáculos culturais e institucionais, mas a nova arquitetura é progressivamente assimilada pela sociedade.



SEG 27 JUL, 18H

1970 — «REFORMA EXPERIMENTAL»

O desenvolvimento industrial, terciário e urbanístico do país a partir da década de 1950 é acompanhada por um crescente clima de tensão a nível social.

O panorama cultural da arquitetura portuense reflete este contexto, enquadrando-o dentro de princípios e de perguntas igualmente levantadas em outros países por arquitetos que questionam o rumo da arquitetura moderna. O debate profissional terá, assim, particular expressão nas diferentes escalas do edificado e na sua articulação com a cultura local.

ENDEREÇO

Jardins do Palácio de Cristal
Rua de Dom Manuel II
4050-239 Porto

AUTOCARRO

1M, 200, 201, 207, 208, 302, 303, 501, 507, 601, ZM, 12M, 13M
Circular Massarelos – Carmo

ESTACIONAMENTO

Palácio de Cristal

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