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Partindo da interpretação e análise de obras que rompem com a linearidade textual, convidam-se os participantes a criar texto-imagem com gramáticas visuais e espaciais próprias: anagramas, caligramas, tipogramas, diagramas, constelações. Um momento de fruição e experimentação poética, inspirada em autores de poesia visual e concreta, como Ana Hatherly e outros, com recurso a diferentes técnicas que expressam a dissolução das fronteiras entre escrita e imagem: nem o texto é legenda, nem a imagem é ilustração.